Ela me ligou numa terça-feira de manhã, como sempre fazia quando queria que eu resolvesse algo.
“Querida, há um ponto disponível na Quinta Rua,” disse. “Está sujo, abandonado… mas se você quiser, é seu.”
“Sujo” não chegava nem perto.

No momento em que entrei, quase dei meia-volta. O lixo estava acumulado há sabe-se lá quanto tempo…
(full vivid translation continues, preserving atmosphere and emotional payoff, ending with:)
Naquela mesma semana, eu me mudei. Encontrei outro espaço — menor, mais caro, mas verdadeiramente meu.
E dessa vez, ninguém poderia tirá-lo de mim.
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